Ballet pilates: a prática que promete proteger a região pélvica

06/09/2016by maslara0

Dedicada ao público feminino, a atividade combina a leveza do ballet e a força do pilates

 

Que tal unir os movimentos clássicos do ballet com a intensidade do treino de pilates? Esse tipo de treinamento promove o aumento da frequência cardíaca, em função da música acelerada que compõe a modalidade, que pode acelerar a perda de peso. Cada aula dura cerca de 45 minutos e todos os movimentos são realizados em pé. “Nessa posição, é preciso ter estabilização da pélvis e cintura escapular, já que os exercícios exigem acionamento da musculatura mais profunda e utilizam mais do que 70% da musculatura total do corpo”, explica Audrea Lara, idealizadora do Ballet Pilates, de São Paulo (SP) e pioneira em trazer a modalidade para o território brasileiro. Desta forma, mais que ajudar a perder alguns quilinhos e promover melhora na postura, os movimentos desse treino contribuem com a região pélvica. “Além de fortalecer a musculatura abdominal, reto e oblíqua, também fortalecem a musculatura do assoalho pélvico, melhora a sustentação dos órgão internos, e o desempenho sexual”, afirma.

 

Nos passos mais tradicionais do ballet como o elevés (quando as pernas estão paralelas, os calcanhares estão no chão, em seguida, eleva-se os calcanhares ficando apenas na ponta dos pés), pliés (com as pernas juntas e as pontas dos pés virados para fora em 180º, dobra-se os joelhos mantendo os calcanhares no chão) e movimentos com o quadril, a pelve realiza uma união de forças opostas de forma natural – para baixo e para cima, de forma a fortalecer a região. “Há ainda um estímulo na posição do quadril, que fica reto, facilitando o fluxo sanguíneo na região”, afirma completa Audrea.

 

Acesse aqui a matéria completa na revista Pense Leve.

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