Ballet Pilates

21/06/2018

Amo essa série no aéreo!

Parece bem leve, como voar🧚‍♀️ mas confira a força do #core e #quadriceps para estabilizar o corpo! Nossa, #queima💣! Dá para fazer no máximo 8 repetições…O bom exercício é aquele que parece leve para quem olha, mas exige o máximo de quem faz… Por isso o número de repetições deve ser controlado. #aereo #audrealara #balletpilates #pioneirobarrebrasil


08/10/2016

Você já ouviu falar no Bamballet? Essa prática é uma mistura do balé com pilates, que faz uso de um bambolê. As aulas giram em torno de 60 minutos e o uso inusitado do bambolê permite que os exercícios de mais intensidade sejam feitos de maneira mais confortável, trabalhando o corpo com movimentos que ajudam no equilíbrio e no movimento da cintura. “Em uma hora é possível eliminar até 600 calorias já que cada passo de dança mescla a coordenação motora aliada a força muscular, isso sem contar nos ganhos com o alinhamento postural”, comenta Audrea Lara, educadora física e idealizadora do método no Brasil, de São Paulo (SP).

O Bambolê passa por todo o corpo e ajuda a trabalhar todos os grupos musculares. Além disso, une a força do treino de pilates com a elegância da dança de balé. “Não precisa ser expert em dança e nem ter brincado de bambolear na infância para se deixar fluir os movimentos que englobam o corpo todo, proporcionando mais força e equilíbrio”, explica Audrea. Qualquer pessoa a partir dos 12 anos pode investir na atividade.

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06/09/2016

Dedicada ao público feminino, a atividade combina a leveza do ballet e a força do pilates

 

Que tal unir os movimentos clássicos do ballet com a intensidade do treino de pilates? Esse tipo de treinamento promove o aumento da frequência cardíaca, em função da música acelerada que compõe a modalidade, que pode acelerar a perda de peso. Cada aula dura cerca de 45 minutos e todos os movimentos são realizados em pé. “Nessa posição, é preciso ter estabilização da pélvis e cintura escapular, já que os exercícios exigem acionamento da musculatura mais profunda e utilizam mais do que 70% da musculatura total do corpo”, explica Audrea Lara, idealizadora do Ballet Pilates, de São Paulo (SP) e pioneira em trazer a modalidade para o território brasileiro. Desta forma, mais que ajudar a perder alguns quilinhos e promover melhora na postura, os movimentos desse treino contribuem com a região pélvica. “Além de fortalecer a musculatura abdominal, reto e oblíqua, também fortalecem a musculatura do assoalho pélvico, melhora a sustentação dos órgão internos, e o desempenho sexual”, afirma.

 

Nos passos mais tradicionais do ballet como o elevés (quando as pernas estão paralelas, os calcanhares estão no chão, em seguida, eleva-se os calcanhares ficando apenas na ponta dos pés), pliés (com as pernas juntas e as pontas dos pés virados para fora em 180º, dobra-se os joelhos mantendo os calcanhares no chão) e movimentos com o quadril, a pelve realiza uma união de forças opostas de forma natural – para baixo e para cima, de forma a fortalecer a região. “Há ainda um estímulo na posição do quadril, que fica reto, facilitando o fluxo sanguíneo na região”, afirma completa Audrea.

 

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23/08/2016

Uma mistura da leveza do ballet com a força do pilates, o BalletPilates é uma modalidade que resulta fortalecer a região pélvica da mulher.

 

Esse resultado só é possível devido ao aumento da frequência cardíaca estimulado pela música acelerada que ajuda a compor a modalidade, na maior parte da aula – em torno de 45 minutos. Além disso, os movimentos realizados em pé ajudam a aumentar a estabilização da pélvis e cintura escapular.

 

Outra vantagem fica por conta dos exercícios que exigem o acionamento da musculatura mais profunda e utilizam mais do que 70% da musculatura total do corpo“, diz Audrea Lara, idealizadora do BalletPilates e pioneira em trazer esse tipo de modalidade para o Brasil.

 

Nos passos mais clássicos do ballet como elevés, pliés e movimentos de quadril, a pelve produz naturalmente uma união de forças opostas – para baixo e para cima. “Há ainda um estímulo na posição o quadril, que fica reto, facilitando o fluxo sanguíneo na região“, comenta Audrea acrescentando que “além de fortalecer a musculatura abdominal, reto e obliqua, também fortalecem a musculatura do assoalho pélvico, melhora a sustentação dos órgãos internos, e o desempenho sexual“.

 

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